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Poiquilodermia de Civatte: O que é esta condição que se confunde com alergia ao sol?

Poiquilodermia de Civatte: O que é esta condição que se confunde com alergia ao sol?

A pele é um verdadeiro espelho da nossa história e, muitas vezes, também dos danos acumulados ao longo dos anos. Entre as condições cutâneas que geram dúvidas e podem ser confundidas com reações alérgicas está a Poiquilodermia de Civatte

Esta alteração da pele surge, habitualmente, no pescoço e no decote, que são zonas muito expostas ao sol, mas ainda pouco conhecidas pelo público.

Por se assemelhar a uma “alergia solar”, é frequente o diagnóstico ser confundido ou até mesmo desvalorizado. No entanto, trata-se de uma condição crónica que merece atenção médica, sobretudo na área da Medicina Estética.

Então, afinal, o que é a Poiquilodermia de Civatte e porque se confunde tantas vezes com alergias solares?


Poiquilodermia de Civatte: O que é esta condição que se confunde com alergia ao sol?


O que é a Poiquilodermia de Civatte?


A Poiquilodermia de Civatte é uma alteração da pele caracterizada por uma combinação de vermelhidão persistente, hiperpigmentação (manchas acastanhadas) e dilatação de pequenos vasos sanguíneos. A pele apresenta um aspeto manchado e irregular, normalmente no pescoço, colo e zona lateral do rosto.


Apesar de não ser perigosa do ponto de vista de saúde sistémica, pode ser incómoda esteticamente e impactar a autoestima de quem a apresenta.


Porque se confunde com alergia ao sol?


A confusão deve-se ao facto desta condição estar fortemente associada à exposição solar acumulada. Os sintomas - vermelhidão, sensação de calor e manchas - são semelhantes aos de uma reação alérgica ao sol. No entanto, ao contrário das alergias, a Poiquilodermia não desaparece espontaneamente nem com anti-histamínicos.


O fator crónico e progressivo é o que diferencia esta condição, tornando essencial a avaliação médica para um diagnóstico correto.


Principais causas e fatores de risco


  • Exposição solar repetida ao longo dos anos

  • Predisposição genética

  • Alterações hormonais, principalmente após a menopausa

  • Uso de perfumes e cosméticos fotossensibilizantes no pescoço ou colo

  • Pele clara e sensível


Que tratamentos médicos existem?


A Poiquilodermia de Civatte não desaparece sozinha, mas pode ser tratada com segurança através de procedimentos médicos especializados. O objetivo é reduzir a vermelhidão, corrigir as manchas e uniformizar o tom da pele, devolvendo-lhe um aspeto mais saudável e jovem.


  • Lasers vascular

Este tipo de laser é direcionado para os pequenos vasos dilatados presentes na pele. Atua através da energia da luz, absorvida pela hemoglobina dos vasos sanguíneos, levando à sua coagulação e consequente eliminação. O resultado é a diminuição da vermelhidão persistente.


  • Lasers pigmentados

Focado na hiperpigmentação, este laser atua sobre a melanina acumulada nas manchas acastanhadas. A energia fragmenta o pigmento, permitindo que seja gradualmente eliminado pelo organismo. A pele torna-se mais homogénea e luminosa.


O BBL é uma tecnologia avançada de luz intensa que combina efeitos vasculares e pigmentares num único tratamento. É especialmente eficaz na Poiquilodermia porque atua em diferentes profundidades da pele, reduzindo simultaneamente a vermelhidão, os vasos e as manchas. Além disso, estimula a produção de colagénio, melhorando a textura e a firmeza cutânea. É considerado uma das soluções mais completas para esta condição.


  • Cremes despigmentantes e fotoproteção

Os cremes despigmentantes ajudam a controlar a produção de melanina e a reduzir a intensidade das manchas, mas funcionam sobretudo como complemento aos tratamentos médicos. Já o uso diário de protetor solar é indispensável: sem ele, qualquer tratamento perde eficácia e os resultados podem ser comprometidos.


Perguntas Frequentes (FAQ) sobre a Poiquilodermia


  1. A Poiquilodermia de Civatte é perigosa? Não, é uma condição benigna. O maior impacto é estético, mas isso pode afetar a autoestima.

  2. O protetor solar ajuda a prevenir?Sim. O uso diário e consistente de protetor solar é a forma mais eficaz de prevenir e evitar agravamentos.

  3. Pode desaparecer sozinha? Não. Ao contrário das alergias solares, a Poiquilodermia é crónica e não regride sem tratamento.

  4. O tratamento a laser dói? Os tratamentos a laser, como o laser BBL, podem causar algum desconforto, mas geralmente são bem tolerados e rápidos. Depende da gravidade da condição, mas em média são necessárias 2 a 3 sessões para obter resultados visíveis.


A Poiquilodermia de Civatte é frequentemente confundida com uma simples alergia ao sol, mas trata-se de uma condição crónica que exige atenção especializada. 

Felizmente, a Medicina Estética oferece tratamentos seguros e eficazes que ajudam a recuperar a uniformidade da pele e a confiança no espelho.


Não deixe que a hiperpigmentação esconda a saúde da sua pele!


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